domingo, 14 de agosto de 2011

cont 1

De dentro de casa o pessoal via pela TV tudo o que eu falava, comendo pipoca, então meu pai surpreso disse:-Que gesto horripilante essa Amanda fez para a Marina?.

-Tomou o microfone que a Serenity estava na mão e jogou bebida na roupa favorita da Marina. (A Téa fala seria pegando um pouco de pipoca e colocando na boca)

-É muita maldade em uma só pessoa. (o Yugi disse surpreso)

Pedi licença para a imprensa e entrei com o Joey e bati a porta na cara deles, todos olharam para mim que estava molhada, sai da sala e fui para o banheiro tomar banho, sentei na banheira e comecei a pensar sobre a minha vida, mal ficava de olho aberto, adormeci na banheira, mas logo acordei com alguém batendo na porta, sai da banheira e coloquei o roupão, abri a porta mas não havia nada lá, fui em direção ao quarto e ouvia barulho de correntes se arrastando pela casa, abri a porta do quarto e o barulho parou, a Téa já estava dormindo então me troquei e finalmente dormi.

No dia Seguinte

Acordei cheia de energia e desci para tomar café e só estava meu pai e o Joey na mesa, fui para o banheiro e escovei meus dentes e novamente comecei a ouvi correntes mexendo e comecei a escutar gemidos roucos, terminei de escovar os dentes e fui para a sala tomar café, na mesa estavam Yugi, Téa, Joey e meu pai, dei bom dia para todos e perguntei se alguém havia ouvido um gemido e barulho de correntes pela casa, mas todos negaram ter ouvido, achei estranho mas deixei para lá, meu pai pega o jornal que estava do lado dele e ele me mostra a primeira pagina do jornal onde estava minha foto na chuva intitulado “ O Surto Da Diva” junto com a matéria tinham possíveis causas do meu surto, meu celular toca e atendi era o Vlado, ele queria que eu fosse para a emissora de TV pois queriam minha versão da história, dispensei disse que tinha que cuidar da minha empresa, tomei meu café e fui direto para o quarto, no corredor eu ouvia o barulho das correntes outra vez, sinto uma mão no meu ombro e dei um grito olhei para atrás e o Joey me olhava assustado, o barulho das correntes havia parado eu assustada falei para o Joey:-Que susto Joey, o meu coração parece que vai sair pela boca, avisa quando você for colocar a mão no meu ombro.

O Joey me pediu desculpas, começamos a andar e passamos em frente de um quarto, comecei a ouvir os gemidos novamente e os gemidos, o Joey também achou estranho, entrei no quarto e falei para o Joey ficar do lado de fora, coloquei meu vestido social e coloquei uma sandália parecida com um tamanco e sai do quarto, olhei para a porta e o Joey não estava mais lá, comecei a andar pelo corredor e rapidamente o ar ficou gelado e novamente comecei a ouvir os gemidos na mesma hora a luz acaba, na hora eu parei de andar e disse para mim mesma “pronto agora isso virou filme de terror só falta aparecer um fantasma agora e me matar”, nessa hora senti um bafo no meu pescoço, nem me virei sai correndo gritando em direção a sala, mas no meio do caminho minha sandália quebra e cai no chão e alguma coisa vinha em minha direção, as luzes voltam e eu vejo o Joey, ele me da a mão para mim poder levantar e me levantei e comecei a chorar, a Serenity olha de longe junto com o Tristan e fala alto.

-Joey você nunca muda, sempre faz as mulheres chorarem. (Serenity diz sarcasticamente segurando o braço do Tristan)

O Joey me olhou e me perguntou se eu estava chorando de medo e respondi:-Não, estou chorando porque torci meu pé.

Ele me carregou nas costas até a sala e me colocou no sofá, meu pai veio correndo saber o que tinha acontecido, eu expliquei o acontecido e o vovô disse que ele havia desligado o gerador da casa para poder concertar a lâmpada da cozinha que estava falhando, tentei me levantar do sofá mas minha perna estava doendo então pedi para o Joey me colocar dentro do carro e ir comigo na empresa, todos ficaram espantados com o meu pedido, o meu pai fez questão de levar o Joey para o quarto dele e de emprestar um de seus ternos sociais para ele, a Serenity e o Tristan me levaram até o carro e eu sentei na frente e fiquei por alguns minutos esperando o Joey, de longe ele vem em câmera lenta vestido socialmente e com óculos escuros, ele entrou no carro e olhou para mim e abriu um sorriso, eu estranhei um detalhe no rosto dele e percebi que ele havia colocado um brinco na orelha esquerda, durante o caminho não falamos nada um para o outro.


Nenhum comentário:

Postar um comentário