domingo, 14 de agosto de 2011

cont 5

Cada um fez fila para usar o banheiro, fui a primeira a usar mesmo do banheiro ouvia meu pai e minha avó brigando, sai do banheiro e fui diretamente para a cozinha preparar o café da manhã, pouco depois de eu entrar na cozinha o Joey entra com a escova entre os dentes e me pede desculpas mas eu ignoro ele, então ele me abraça por trás e eu dou uma cotovelada que acaba acertando a barriga dele em cheio a escova dele acaba caindo no chão, Téa e Yugi entram na cozinha e ajudam o Joey que sai sem jeito, termino de fazer o café e quando chego na sala de estar havia vários pães e bolos sobre a mesa, todos já haviam começado a comer, coloquei a garrafa de café em cima da mesa e me sentei do lado do meu pai e tomamos o café, minha avó estava sentada a minha frente e observava os modos fazendo gestos faciais de nojo, minha avó balançou um sino e um mordomo veio da direção da cozinha, minha avó cochichou no ouvido do mordomo e o mordomo vai em direção a cozinha, todos terminam o café e meu pai vai para seu quarto, Joey, Téa e eu ficamos na sala esperando o vovô e o meu pai enquanto minha avó ficara sentada na sala de estar, o Joey e o Yugi fizeram questão de ajudar o vovô e o meu pai com as malas, eu e Téa ficamos na porta esperando-os, todos demoraram um pouco para descer, meu pai e o vovô descem as escadas lentamente ambos com um sorriso no rosto, Téa estava do meu lado, do nada comecei a cantar.

Isso é só uma breve despedida

Mesmo que doa, vou ser forte

Aguentar todas minha emoções reprimidas

Vou deixar que o destino resolva minha vida

Me de um abraço antes de partir

Assim vou saber que sempre estarei com você.

Meu pai e o vovô chegaram perto de mim e meu pai me deu um abraço e lágrimas começaram a cair, meu pai me olhou com um sorriso e passando a mão sobre meus cabelos disse:-Marina isso não é um adeus e sim um até mais, eu sempre vou estar com você aqui.

Meu pai coloca sua mão sobre a minha e coloca no meu lado esquerdo em cima do coração, eu olho para o meu pai e digo com um sorriso ainda chorando:-Não, o senhor não vai estar no meu coração e sim na minha mente.

Abracei ele mais ainda e depois abracei o vovô que ficou olhando fixamente minha avó, meu pai e o vovô entraram no carro e meu pai da janela de trás acenava e manda um tchau para nós, o carro deu partida e começou a andar, ficamos na porta vendo o carro desaparecer na longínqua rua.

Entramos novamente para dentro e nos deparamos com minha avó comendo uma torrada pouco se importando para o mundo, fomos para o quarto e o Joey se deitou em minha cama dizendo cansado:-É hoje que começa o torneio de monstros de duelo do Kaiba, ainda bem que aqui está o baralho que cada um de vocês colocou uma carta, tomara que dê sorte, o Pegasus me deu uma carta aqui no quarto antes de nós descermos, eu ainda não sei qual é, ele mandou eu tirar ela do papel só quando fosse importante.


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